Nova CNH redefine limite de pontos, suspensão passa a variar conforme número de infrações gravíssimas nos últimos 12 meses e teto pode cair de 40 para 20 dependendo do histórico

Carteira Nacional de Habilitação CNH em close com brasão do Detran-AM
Carteira Nacional de Habilitação em imagem de divulgação do Detran-AM
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Mudança na regra de pontos da CNH em 2026, suspensão varia conforme infrações gravíssimas

Entrou em vigor neste ano uma nova regra para o acúmulo de pontos na CNH, que altera quando a carteira pode ser suspensa. Agora, o limite depende do número de infrações gravíssimas cometidas pelo condutor no período de 12 meses. A mudança mexe no planejamento de quem dirige com frequência e exige atenção redobrada.

Segundo o g1 Carros, em reportagem publicada em 21 de fevereiro de 2026, o teto máximo passa a ser de 40 pontos apenas para quem não registrou nenhuma falta gravíssima nos últimos 365 dias. Se houve uma ocorrência gravíssima, o limite cai para 30 pontos. Com duas ou mais gravíssimas, o patamar desce para 20 pontos.

A regra traz ainda um tratamento específico para quem exerce atividade remunerada, como motoristas de aplicativo. Para esse grupo, o limite é sempre de 40 pontos em 365 dias, desde que as infrações não sejam daquelas que geram suspensão imediata da carteira por si só.

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O g1 ressalta que infrações auto-suspensivas continuam a valer independentemente da pontuação. Diante das mudanças, a orientação é acompanhar a pontuação pelo aplicativo da CNH no celular ou consultar o Detran do estado para não ser surpreendido pela suspensão.

Como ficam os novos limites de pontos

Para o condutor sem qualquer infração gravíssima em 12 meses, o teto permanece em 40 pontos. Nesse cenário, continuam a contar pontos por faltas leves, médias e graves, mas sem ultrapassar o novo limite definido para o período contínuo de 365 dias.

Se houver uma infração gravíssima no histórico do último ano, o limite para suspensão passa a ser de 30 pontos. Já com duas ou mais gravíssimas nesse mesmo intervalo, o limite encolhe para 20 pontos, tornando o controle das anotações essencial para evitar penalidades mais severas.

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Motorista profissional, aplicação do teto e reciclagem preventiva

Para quem trabalha ao volante em atividade remunerada — incluindo motoristas de aplicativo —, a regra fixa o limite de 40 pontos em 365 dias. Essa condição vale independentemente de haver ou não infrações gravíssimas, desde que não se trate de falta que por si só já determina a suspensão imediata.

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O g1 Carros informa que, ao atingir 30 pontos, o motorista profissional pode realizar um curso de reciclagem para reduzir o risco de suspensão. A medida funciona como uma etapa preventiva, ajudando a manter a habilitação ativa enquanto o condutor ajusta seu comportamento no trânsito.

É importante frisar que essa possibilidade de reciclagem vale para o acúmulo de pontos, e não se aplica quando a penalidade decorre de uma infração auto-suspensiva. Nessas situações, a suspensão independe do somatório e segue o rito próprio da infração cometida.

Na prática, a diferenciação busca equilibrar a necessidade de mobilidade de quem depende do veículo para trabalhar com a segurança viária. Ainda assim, a tolerância maior não isenta o profissional de cumprir as regras e evitar faltas que possam levar à suspensão direta.

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Consulta de pontuação e cuidados para evitar a suspensão

O acompanhamento da pontuação tornou-se parte da rotina de quem dirige com frequência. De acordo com o g1, a recomendação é consultar o aplicativo da CNH no celular ou buscar informações no Detran do estado para verificar notificações e o total de pontos ativos dentro dos últimos 12 meses.

Manter o controle do próprio histórico ajuda a planejar melhor trajetos e hábitos ao volante, evitando condutas que possam resultar em novas anotações. Em especial, é essencial evitar infrações gravíssimas, que além de mais severas, agora influenciam diretamente o teto de suspensão.

Outra medida prática é revisar periodicamente comunicados oficiais e prestar atenção a prazos de defesa e recursos previstos na legislação de trânsito. Assim, eventuais erros de registro podem ser contestados pelos canais corretos, reduzindo o risco de penalidades indevidas.

O que muda na prática e quem deve redobrar a atenção

Com a nova sistemática, o motorista que se envolve em faltas mais severas vê o limite de pontos diminuir rapidamente. O recado é claro, segundo o g1 Carros, publicado em 21 de fevereiro de 2026, quem comete infrações gravíssimas precisa ajustar o comportamento para não cair em faixas mais restritivas de pontuação.

Condutores com uso intensivo do veículo — inclusive profissionais — devem adotar uma postura preventiva. Valem mais do que nunca o planejamento de rotas, a observância rígida das regras e o uso de ferramentas oficiais para checar a pontuação dentro dos últimos 365 dias.

O que você achou da mudança nos limites de pontos da nova CNH? Faz sentido manter 40 pontos para quem não registra falta gravíssima e reduzir o teto para 30 ou 20 quando ocorrem essas infrações, enquanto os profissionais seguem com 40? Deixe seu comentário e conte se a regra ficou mais justa ou se deveria ser diferente para equilibrar segurança e mobilidade.

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Sobre o Autor

Ana Paula Araújo
Ana Paula Araújo

Ana Paula Araújo escreve diariamente sobre o mercado de trabalho, mantendo os leitores informados sobre vagas de emprego e concursos públicos, especialmente nas modalidades Home Office e Híbridas.

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