MCTI e Ibict abrem inscrições para a Escola de Verão 2026 com cinco cursos gratuitos de ciência da informação no Rio e on-line entre 2 e 6 de março
Inscrições abertas para cinco cursos gratuitos de ciência da informação, com aulas no Rio de Janeiro e transmissão on-line entre 2 e 6 de março de 2026
O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), abriu as inscrições para a Escola de Verão 2026. Segundo o MCTI, a iniciativa é promovida pela Escola Nacional de Ciência da Informação (Enacin) e oferece cinco cursos gratuitos voltados à atualização acadêmica e ao intercâmbio de conhecimentos. As atividades ocorrerão de 2 a 6 de março de 2026.
A programação combina turmas presenciais no Rio de Janeiro (RJ) e aulas on-line. De acordo com o Ibict, o polo presencial será no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), enquanto as transmissões para as turmas remotas ocorrerão pelo canal do programa no YouTube. As inscrições podem ser feitas on-line, sem taxa, e quem concluir os cursos receberá certificado.
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As disciplinas serão ministradas por docentes do Ibict e professores convidados, com temas atuais e aplicados à prática. Entre os assuntos confirmados estão inteligência artificial aplicada à pesquisa, estatística avançada para ciência da informação e desinformação e governança informacional. O objetivo é dar suporte a estudantes, pesquisadores e profissionais que buscam atualização rápida e consistente.
De acordo com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a expectativa é fortalecer competências em áreas estratégicas do conhecimento e ampliar o acesso à formação de qualidade. A combinação de modalidades presencial e remota foi desenhada para alcançar públicos de diferentes regiões, sem perder a profundidade dos conteúdos propostos.
Inscrições on-line e certificação, como participar e quem pode se beneficiar
As inscrições on-line estão abertas e priorizam a facilidade de acesso, segundo o Ibict. A iniciativa atende estudantes de graduação e pós-graduação, além de profissionais de biblioteconomia, arquivologia, gestão da informação, dados e áreas correlatas.
Os participantes que acompanharem a carga prevista e cumprirem os requisitos de conclusão receberão certificado emitido pelo programa. Conforme o MCTI, a certificação reforça a validade da formação e pode ser utilizada para comprovação de atividades acadêmicas e curriculares.
Programação com inteligência artificial, estatística avançada e desinformação, foco prático para atualização acadêmica
A grade contempla inteligência artificial aplicada à pesquisa, com ênfase em métodos, ferramentas e boas práticas para integração ética em fluxos de trabalho científicos. A proposta é traduzir conceitos técnicos em aplicações reais, alinhadas a critérios de qualidade e reprodutibilidade.
Outro destaque é estatística avançada para ciência da informação, voltada a quem precisa interpretar dados, validar hipóteses e comunicar resultados com precisão. O curso privilegia técnicas robustas e exemplos práticos para tomada de decisão baseada em evidências.
Completa a trilha o eixo de desinformação e governança informacional, que discute fundamentos, estruturas e respostas institucionais ao problema. Segundo o Ibict, a abordagem mira mecanismos de integridade informacional, desde políticas até processos operacionais.
Aulas no Rio de Janeiro e transmissão no YouTube, estrutura pensada para ampliar o acesso
As turmas presenciais serão sediadas no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), no Rio de Janeiro (RJ), ambiente reconhecido pela infraestrutura acadêmica. A presença em laboratório e sala equipada favorece a troca entre participantes e docentes.
Para quem optar pelo formato remoto, as aulas serão transmitidas pelo canal do programa no YouTube, o que amplia o alcance nacional. De acordo com o MCTI, a oferta híbrida democratiza o acesso sem comprometer a consistência pedagógica da proposta.
Ibict e MCTI, a Enacin e o objetivo de fortalecer a ciência da informação
O Ibict, vinculado ao MCTI, atua como unidade de pesquisa dedicada a políticas, infraestrutura e tecnologias de informação científica. Segundo o Ministério, a Escola de Verão reforça essa missão ao fomentar competências essenciais para o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação.
A Enacin estrutura os cursos com docentes do Ibict e convidados, garantindo qualificação técnica e alinhamento aos desafios contemporâneos da ciência da informação. A curadoria privilegia conteúdos com aplicabilidade imediata em pesquisa e gestão de informação.
Em um cenário de abundância de dados e pressão por resultados, habilidades como governança de informação, análise estatística e uso responsável de IA tornam-se críticas. A Escola de Verão aborda esses pilares de forma integrada e atualizada.
De acordo com o MCTI, iniciativas gratuitas com essa abrangência ajudam a reduzir desigualdades de acesso à formação avançada. O modelo combina atualização teórica com práticas orientadas, o que potencializa o impacto na trajetória acadêmica e profissional.
Ao situar o conteúdo no Rio de Janeiro e oferecer alternativa on-line, o programa estimula redes de colaboração e amplia a circulação de conhecimento. Para o Ibict, o resultado esperado é fortalecer capacidades institucionais e individuais no país.
O anúncio reúne dados oficiais do MCTI e informações do Ibict e da Enacin a respeito da programação, das modalidades e dos prazos. Com cinco cursos gratuitos entre 2 e 6 de março de 2026, no CBPF e on-line, a Escola de Verão 2026 se consolida como oportunidade estratégica para quem atua com informação, dados e pesquisa. E você, acredita que iniciativas sazonais e gratuitas conseguem atender a demanda crescente por qualificação em ciência da informação no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários e contribua para o debate.
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