Jovem Aprendiz ganha fôlego com mais vagas e seleção ativa na Ponte Rio-Niterói, dados do Ministério do Trabalho indicam avanço na primeira experiência de jovens de 16 a 22 anos
Programa voltado ao primeiro emprego amplia oportunidades no Rio de Janeiro, com vagas para jovens de 16 a 22 anos e seleção com triagem e entrevistas
O programa Jovem Aprendiz mantém trajetória de expansão e reforça a porta de entrada no mercado de trabalho para quem busca o primeiro emprego. De acordo com o Ministério do Trabalho, houve aumento no número de aprendizes no país, sinal de que empresas seguem abrindo espaço para formação e inserção profissional.
No Rio de Janeiro, a concessionária responsável pela Ponte Rio-Niterói está com oportunidades para candidatos de 16 a 22 anos. Segundo reportagem do R7, publicada em 24 de fevereiro de 2026, o processo seletivo envolve triagem de currículos e entrevistas com o RH, em etapas voltadas a identificar perfil e potencial de desenvolvimento.
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Além da vivência prática em ambientes corporativos, a iniciativa estimula a continuidade dos estudos. O programa orienta que os jovens não faltem às aulas e mantenham dedicação à escola, premissa essencial para a permanência e a progressão no contrato de aprendizagem.
Há relatos de crescimento dentro das empresas, com participantes que iniciaram a faculdade junto com o programa e aplicaram o que aprendiam nas aulas no dia a dia de trabalho. Esse vínculo entre teoria e prática fortalece habilidades técnicas e comportamentais, facilitando a evolução para vagas efetivas.
Concessionária da Ponte Rio-Niterói abre vagas para jovens de 16 a 22 anos com seleção em etapas
A empresa que administra a Ponte Rio-Niterói confirmou a oferta de vagas para o Jovem Aprendiz, priorizando candidatos entre 16 e 22 anos. O processo prevê análise de perfil, verificação de requisitos e, na sequência, entrevistas com o setor de Recursos Humanos.
As posições oferecem contato direto com rotinas administrativas e operacionais, favorecendo o aprendizado em ambiente real de trabalho. A seleção por etapas busca compatibilizar as demandas da empresa com o interesse de formação do candidato.
Dados do Ministério do Trabalho mostram crescimento da aprendizagem e reforçam foco em estudo e prática
Segundo o Ministério do Trabalho, o número de aprendizes no Brasil vem subindo, reflexo da adesão de companhias e do interesse dos jovens por experiência com carteira assinada e capacitação. O indicador confirma a importância da política pública de aprendizagem como via estruturada de qualificação.
O modelo combina prática na empresa e formação teórica, estimulando a permanência escolar e a evolução acadêmica. A orientação para não perder aulas e manter o foco nos estudos está entre os pilares do programa, como destacou a apuração do R7.
Essa integração reduz a evasão e amplia a empregabilidade no médio prazo, pois o jovem progride simultaneamente em conhecimento e produtividade. Ao final do ciclo, muitos já reúnem vivências que atendem a requisitos comuns de vagas efetivas.
Relatos citados na reportagem mostram que, para parte dos participantes, a entrada no Jovem Aprendiz coincidiu com o início da faculdade. Nesse cenário, o conteúdo acadêmico é rapidamente testado na prática, e o trabalho cotidiano ajuda a consolidar a aprendizagem.
O ambiente corporativo também promove competências socioemocionais, como comunicação, organização e trabalho em equipe. Esses atributos, somados à base técnica, elevam as chances de progressão e colocam o jovem em melhor posição na disputa por vagas.
Perspectivas de carreira e desenvolvimento dentro das empresas ganham força com o programa
Empresas relatam que aprendizes com bom desempenho, assiduidade e comprometimento com a escola tendem a avançar para funções mais complexas. O histórico de dedicação é um diferencial na avaliação de promoções e contratações futuras.
Para o jovem, esse caminho traduz-se em portfólio de experiências, referências profissionais e primeiros certificados relevantes. Ao mesmo tempo, a companhia forma talentos alinhados à sua cultura e às suas necessidades operacionais.
Como apontado pelo R7, casos de crescimento durante a aprendizagem mostram que a estratégia de unir estudo e prática gera ganhos para todos os lados. A consistência na formação ajuda a encurtar a transição para o emprego formal ao término do contrato.
Como participar do processo e quais passos costumam ser adotados por empresas
De forma geral, a entrada passa por envio de currículo, triagem de perfis e entrevistas com o RH, como ocorre na concessionária da Ponte Rio-Niterói. Em alguns casos, há etapas adicionais, como dinâmicas ou testes, sempre com foco no potencial de aprendizado e na compatibilidade com a rotina do setor.
Manter a documentação básica atualizada, sinalizar disponibilidade de horários compatíveis com a escola e destacar atividades escolares ou comunitárias pode ajudar na triagem. A orientação do Ministério do Trabalho sobre a importância da assiduidade escolar segue como critério central para permanência e evolução.
Queremos ouvir você. Como programas de aprendizagem podem melhorar ainda mais a ponte entre escola e trabalho no Rio de Janeiro e em outras regiões do país? Quais critérios e apoios deveriam ser prioritários para ampliar as chances do primeiro emprego e reduzir a evasão escolar?
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