IFRN abre 40 vagas em graduação EAD gratuita para Sistemas para Internet e libera seleção sem prova própria usando notas do ENEM
Curso superior gratuito do IFRN para 2026 aposta no ENEM como único critério e amplia o acesso à formação em tecnologia a distância
O Instituto Federal do Rio Grande do Norte, IFRN, abriu inscrições para a graduação EAD gratuita em Tecnologia em Sistemas para Internet, com entrada prevista para o segundo semestre de 2026. Ao todo, são 40 vagas para quem concluiu o ensino médio e quer ingressar no ensino superior público em uma área com forte demanda no mercado.
A seleção será feita exclusivamente pela nota do ENEM, sem prova própria. Podem participar candidatos que fizeram o exame em uma das edições de 2021, 2022, 2023, 2024 ou 2025, desde que não tenham zerado nenhuma prova, incluindo a redação.
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As inscrições seguem abertas até 4 de maio de 2026, pela internet, no portal do IFRN. A taxa de participação é de R$ 25, com possibilidade de isenção para inscritos no CadÚnico.
A oferta chama atenção porque reúne três fatores muito procurados pelos candidatos, gratuidade, ensino a distância e ingresso pela nota do ENEM. Na prática, isso reduz barreiras para quem busca uma graduação pública na área de tecnologia sem precisar enfrentar um vestibular próprio.
Como funciona a graduação EAD em Sistemas para Internet e quais áreas de atuação o tecnólogo pode alcançar
O curso superior oferecido pelo IFRN é do tipo tecnólogo, voltado à formação de profissionais capazes de desenvolver, implementar e manter sistemas e aplicações web. A proposta atende à expansão do setor digital, que continua abrindo espaço para especialistas em soluções online.
Ao longo da formação, o estudante tem contato com conteúdos ligados a desenvolvimento de sites e sistemas, banco de dados, aplicativos móveis e arquitetura de soluções digitais. Também entram na grade temas importantes como segurança da informação, experiência do usuário e gestão de projetos em tecnologia.
Na modalidade a distância, parte relevante das atividades ocorre online, com aulas ao vivo e conteúdos gravados. Mesmo assim, o modelo inclui encontros presenciais obrigatórios para avaliações e atividades práticas, ponto que exige atenção de quem pretende concorrer a uma vaga.
Quem pode se inscrever e como ficam as cotas para estudantes de escolas públicas
Podem disputar uma das vagas candidatos que já tenham concluído o ensino médio. Além disso, é necessário ter participado de ao menos uma edição válida do ENEM entre 2021 e 2025 e manter nota diferente de zero em todas as provas, inclusive na redação.
Outro detalhe importante é que o candidato deverá escolher, no momento da inscrição, qual edição do ENEM deseja usar na seleção. Depois disso, essa opção não poderá ser alterada, o que torna essencial conferir com cuidado qual desempenho oferece mais chances de classificação.
Metade das vagas será reservada a quem estudou integralmente em escolas públicas. Essa divisão segue critérios de renda e de ações afirmativas, conforme a legislação em vigor, ampliando o acesso de grupos que já contam com reserva legal no ensino público federal.
Prazo, taxa e detalhes da classificação exigem atenção para evitar erro na inscrição
As inscrições devem ser feitas até 4 de maio de 2026, exclusivamente pela internet. O pagamento da taxa de R$ 25 faz parte do processo, exceto para os candidatos que conseguirem a isenção prevista para pessoas registradas no CadÚnico.
A classificação será montada com base no desempenho do participante no ENEM, considerando todas as áreas avaliadas. Como não haverá aplicação de prova própria pelo IFRN, a nota do exame nacional passa a ser o único filtro para ocupar as 40 vagas.
Esse formato tende a favorecer quem já vinha buscando uma oportunidade em graduação EAD gratuita e aguardava uma seleção mais simples. Ao mesmo tempo, a concorrência pode crescer justamente porque o processo elimina etapas presenciais iniciais e aproveita uma nota que muitos candidatos já têm em mãos.
Para quem mira uma carreira em tecnologia, a abertura dessa seleção do IFRN em 2026 surge como uma chance concreta de entrada no ensino superior público. Você acha que usar só a nota do ENEM torna o acesso mais justo ou aumenta a disputa por poucas vagas? Deixe seu comentário e participe do debate.
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