Fundação Bradesco amplia qualificação gratuita em tecnologia com novos cursos de Copilot e resposta rápida à corrida por vagas na economia digital

Fundação Bradesco amplia qualificação gratuita em tecnologia com novos cursos de Copilot e resposta rápida à corrida por vagas na economia digital
Fundação Bradesco amplia curso gratuito com módulos de Copilot em parceria com Microsoft e reforça qualificação digital em 2025.
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Novos módulos gratuitos reforçam a formação digital em um momento de alta procura por cursos que aumentam produtividade e empregabilidade

A Fundação Bradesco ampliou a oferta de capacitação gratuita em tecnologia ao adicionar dois novos módulos ao curso FluêncIA em Inteligência Artificial, desenvolvido em parceria com a Microsoft dentro do programa ConectAi. A atualização foi feita na Escola Virtual da Fundação Bradesco, plataforma aberta de educação online que vem ganhando força em 2025.

As novidades são o Módulo 7, focado em escrita de prompts com o Copilot, e o Módulo 8, voltado à criação de agentes com o Copilot Studio para M365. Os dois conteúdos contam com vídeos gravados por especialistas da Microsoft no Brasil e foram pensados para levar o aluno do conceito à aplicação prática.

O movimento ocorre em um cenário em que a busca por requalificação profissional acelerou. Cursos gratuitos de inteligência artificial, produtividade, programação e análise de dados passaram a ocupar espaço estratégico para quem quer melhorar o currículo e disputar vagas em um mercado mais exigente.

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Além de ampliar o acesso, a iniciativa mira uma necessidade concreta das empresas. Hoje, saber usar ferramentas digitais e automatizar tarefas deixou de ser diferencial em muitos setores e passou a ser uma habilidade cada vez mais valorizada no dia a dia de trabalho.

O que os novos módulos de Copilot ensinam e por que esse conteúdo pode ajudar quem busca recolocação e atualização profissional

O conteúdo do curso percorre desde os fundamentos históricos da IA generativa até usos práticos ligados à produtividade. Com os novos módulos, os alunos passam a ter contato direto com técnicas de criação de comandos mais eficientes e com a construção de agentes capazes de apoiar rotinas dentro do ambiente Microsoft 365.

Na prática, o Módulo 7 aprofunda a lógica de elaboração de prompts, habilidade essencial para obter respostas melhores, automatizar fluxos e extrair mais valor de ferramentas baseadas em linguagem natural. Já o Módulo 8 introduz o uso do Copilot Studio para M365, abrindo caminho para aplicações mais avançadas em ambientes corporativos.

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A proposta é preparar o estudante para seguir em outros cursos sobre inteligência artificial disponíveis na própria plataforma. Isso torna a trilha mais coerente para quem está começando e também para quem já quer avançar para aplicações mais próximas da realidade do mercado.

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Crescimento da plataforma mostra como cursos gratuitos ganharam peso na formação profissional em 2025

A expansão dos cursos acontece em meio a um avanço expressivo da Escola Virtual. A plataforma mantém média de 300 mil alunos ativos por mês e já emitiu 1 milhão de certificados, um número que ajuda a dimensionar o alcance da iniciativa.

Fora do Brasil, o desempenho também chama atenção. Somente em 2025, foram registrados mais de 22 mil acessos no exterior, sinal de que o interesse pela formação online da Fundação Bradesco já ultrapassa o público nacional.

O perfil do aluno também revela uma tendência importante. As mulheres de 25 a 34 anos representam 60% do público, enquanto os homens somam 40%, mostrando presença feminina predominante na busca por capacitação digital.

Esses dados ajudam a explicar por que plataformas gratuitas se tornaram relevantes para quem precisa estudar sem comprometer o orçamento. Em um ambiente de trabalho mais competitivo, certificados, domínio de ferramentas e atualização constante passaram a pesar mais no processo de contratação.

Procura por cursos online cresce com promessa real de impacto na carreira e até aumento salarial

O avanço da educação digital acompanha um mercado aquecido por requalificação. No Relatório Global do Coursera 2025, com 52 mil estudantes de 179 países, 91% relataram impacto positivo na carreira após concluir cursos online.

O mesmo levantamento mostra que quase metade dos participantes teve aumento salarial. O dado ajuda a entender por que formações curtas e objetivas, especialmente nas áreas de tecnologia e produtividade, ganharam tanta relevância nos últimos anos.

No caso da Fundação Bradesco, a oferta atual reúne 88 cursos em áreas como análise de dados, inteligência artificial, programação, negócios e inovação, além de desenvolvimento pessoal e profissional. Em 2025, os destaques de procura foram os cursos de Excel, atendimento ao público e as formações em inteligência artificial realizadas com a Microsoft.

A área de desenvolvimento pessoal e profissional lidera em matrículas, com mais de 8 milhões de inscrições em 17 cursos. Em seguida aparece produtividade, com 6 milhões de matrículas em 18 cursos, enquanto negócios e inovação soma 3 milhões em 9 cursos.

Estratégia da Fundação Bradesco une 40 escolas no país e ensino online sem custo para ampliar oportunidades de inserção profissional

A Fundação Bradesco mantém 40 escolas distribuídas pelo país e usa o ambiente online como braço de expansão do acesso à qualificação. O modelo sem custo para o aluno fortalece a presença da instituição em uma frente cada vez mais decisiva, a da formação para o trabalho.

Luciana Gama, gerente educacional da Escola Virtual, resume esse direcionamento ao defender uma formação digital que vá além do conteúdo técnico. A meta é desenvolver competências valorizadas pelo mercado e ampliar as oportunidades de inserção profissional.

Ela também destaca que o portfólio passa por avaliações contínuas para manter os conteúdos atualizados e aplicáveis. Esse cuidado faz diferença em áreas como tecnologia, em que ferramentas mudam rápido e exigem revisão frequente do que é ensinado.

No caso dos cursos de Copilot, a atualização chega em boa hora. Empresas de vários setores começaram a cobrar familiaridade com automação, criação de conteúdo, apoio à análise de informações e uso inteligente de assistentes digitais, o que aumenta o peso desse tipo de formação no currículo.

E você, acha que cursos gratuitos de tecnologia já conseguem competir com formações pagas na hora de buscar emprego ou promoção? Deixe seu comentário e conte se esse tipo de certificado realmente faz diferença no mercado ou se as empresas ainda valorizam mais outras experiências.


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Sobre o Autor

Geovane Souza
Geovane Souza

Especialista em criação de conteúdo para internet, SEO e marketing digital, com atuação focada em crescimento orgânico, performance editorial e estratégias de distribuição. No blog, cobre temas como empregos, economia, vagas home office, cursos e qualificação profissional, tecnologia, entre outros, sempre com linguagem clara e orientação prática para o leitor. Universitário de Sistemas de Informação no IFBA – Campus Vitória da Conquista. Se você tiver alguma dúvida, quiser corrigir uma informação ou sugerir pauta relacionada aos temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: gspublikar@gmail.com. Importante: não recebemos currículos.

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