Foto do pódio de Lucas Braathen é eleita a mais bonita dos Jogos de Inverno e vira pintura renascentista em homenagem ao feito histórico do Brasil
Imagem vencedora dos Jogos de Inverno recebe releitura renascentista e consolida feito inédito do Brasil
A foto de Lucas Pinheiro Braathen no pódio dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi escolhida como a melhor imagem da competição. O anúncio foi feito em 22 de fevereiro de 2026, data do encerramento do evento, pelo perfil oficial das Olimpíadas, que também revelou uma releitura renascentista da cena.
Segundo o perfil oficial das Olimpíadas, a escolha veio após votação do público, e a obra foi recriada pelo artista italiano Maurizio Rapiti. A publicação exaltou o impacto do momento, ao afirmar que o salto de comemoração de Braathen “não foi apenas ouro”, mas um marco que ficará na memória do esporte.
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A consagração visual reforça o que o resultado já tinha simbolizado para o País. A medalha de Braathen inaugurou uma inédita presença do Brasil e da América do Sul no quadro de medalhas dos Jogos de Inverno, conferindo dimensão histórica ao feito.
De acordo com o InfoMoney, o registro do pódio traduz o significado esportivo e cultural da conquista. O reconhecimento oficial amplia o alcance da imagem e conecta o triunfo brasileiro a uma estética clássica que valoriza ícones e símbolos.
Escolha oficial e releitura renascentista celebram o pódio
O perfil das Olimpíadas explicou que a foto preferida dos torcedores foi “reimaginada como obra inspirada no Renascimento” para celebrar emoção, legado e magnitude do momento. A curadoria e a transformação da imagem, assinada por Maurizio Rapiti, inserem o pódio de Lucas em uma tradição de retratos que celebram heróis e passagens históricas.
O gesto sintetiza a união entre esporte e arte, como destacou a publicação oficial. A decisão também reconhece o alcance simbólico de uma conquista que extrapola o resultado esportivo e reforça a narrativa de superação e pertencimento do Brasil à elite do esqui alpino.
Segundo informações do InfoMoney, a escolha foi anunciada no último dia do evento, o que consolidou o pódio de Lucas como a imagem que melhor representou Milão-Cortina 2026. O timing ressalta a força da fotografia como símbolo dos Jogos.
Ouro no slalom gigante e primeira medalha de inverno do Brasil
Em 14 de fevereiro de 2026, Braathen conquistou o ouro no slalom gigante, tornando-se o primeiro brasileiro — e o primeiro sul-americano — a subir ao pódio em uma Olimpíada de Inverno. O tempo somado nas duas descidas foi de 2min25s00, resultado que o colocou no topo e marcou a história.
Segundo o InfoMoney, a vitória de Lucas inaugurou um capítulo inédito para o País. O triunfo colocou o Brasil sob os holofotes e foi celebrado também pela organização dos Jogos, que destacou a repercussão continental do feito.
Detalhes das descidas e rivais suíços no pódio
A construção do ouro começou na primeira descida, quando Lucas desceu com agressividade e precisão. Ele registrou 1min13s92, o melhor tempo da bateria, e abriu quase um segundo sobre o suíço Marco Odermatt, que marcou 1min14s87.
Essa vantagem inicial foi decisiva, já que o slalom gigante considera a soma das duas descidas. No segundo percurso, Braathen administrou com maturidade e fez o suficiente para confirmar a liderança, transformando expectativa em conquista histórica.
No pódio, Marco Odermatt ficou com a medalha de prata, consolidando a forte presença suíça na modalidade. O também suíço Loic Meillard completou o pódio com o bronze, conforme noticiado pelo InfoMoney.
O desempenho tático de Lucas, combinando ataque no primeiro trecho e controle no segundo, foi apontado como fator-chave para o resultado. A estratégia rendeu um tempo total inalcançável para os rivais diretos.
O registro fotográfico desse momento, agora celebrado como o mais bonito dos Jogos, capturou não só a medalha, mas o gesto de celebração que se tornou ícone do evento em Milão-Cortina.
Depois do ouro, queda no slalom e encerramento em Milão-Cortina
Dois dias após o título no slalom gigante, em 16 de fevereiro de 2026, Braathen voltou às pistas no slalom do esqui alpino. Ele vinha em ritmo forte na primeira descida, mas perdeu o equilíbrio em uma das últimas portas e caiu, encerrando sua participação na prova, segundo o InfoMoney.
Mesmo com a queda no slalom, o saldo esportivo foi histórico. O encerramento em 22 de fevereiro de 2026 consolidou a imagem do pódio como o grande símbolo visual de Milão-Cortina 2026, conforme reconheceu o perfil oficial das Olimpíadas.
Por que a foto de Lucas Braathen virou símbolo esportivo e cultural
A imagem reúne elementos que o público costuma associar a momentos eternos do esporte. Há drama, alegria e ruptura com o passado, já que a medalha inaugura um novo patamar para Brasil e América do Sul nos Jogos de Inverno.
Ao ser reimaginada em linguagem renascentista, a foto ganha camada adicional de leitura. A estética clássica, segundo a própria comunicação oficial dos Jogos, foi escolhida para sublinhar a grandeza e a atemporalidade do feito.
O resultado é uma fusão entre performance atlética e representação artística, chancelada por fontes oficiais e reportada pelo InfoMoney. A foto, agora obra, sintetiza Milão-Cortina 2026 em uma só cena.
O que você achou da escolha da foto como a mais bonita dos Jogos e da versão renascentista criada por Maurizio Rapiti? A imagem traduz a grandeza do feito brasileiro ou existem outros momentos que mereciam o posto de símbolo de Milão-Cortina 2026? Deixe sua opinião e enriqueça o debate.
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