FGV confirma gabarito do concurso TJ RS Conciliador 2026 em 5 de fevereiro e coloca 554 vagas no radar de quem busca uma chance no Judiciário gaúcho
Calendário do concurso TJ RS Conciliador já tem data-chave definida e movimenta candidatos que disputam vagas nas áreas cível e criminal
O gabarito do concurso TJ RS Conciliador 2026 será divulgado em 5 de fevereiro de 2026. A informação foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico e marca uma das etapas mais aguardadas por quem está no processo seletivo do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
A consulta será feita no site oficial da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame. O concurso oferece 554 vagas para candidatos de nível médio, com oportunidades distribuídas entre as funções de Conciliador Cível e Conciliador Criminal.
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O certame é promovido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, TJ RS, e tem como objetivo reforçar a atuação nas audiências de conciliação. Na prática, os aprovados vão trabalhar na mediação de conflitos e na busca por acordos, uma área estratégica para o funcionamento dos Juizados Especiais.
Distribuição das vagas e remuneração chamam atenção no concurso para Conciliador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Das 554 vagas previstas no edital, 342 são para Conciliador Cível e 212 para Conciliador Criminal. As duas funções exigem conhecimento técnico, postura imparcial e domínio da legislação aplicada aos Juizados Especiais.
A remuneração inicial é calculada com base na produtividade, com teto mensal de R$ 4.843,63. Esse modelo costuma atrair candidatos que buscam ingresso no serviço público e também quem já acompanha oportunidades ligadas ao Judiciário no Rio Grande do Sul.
Outro ponto relevante é o perfil exigido para o cargo. O trabalho do conciliador envolve diálogo entre as partes, condução adequada das audiências e atenção às regras legais, tanto na esfera cível quanto na criminal.
Provas objetivas serão aplicadas em 29 de março de 2026 em sete municípios do Rio Grande do Sul
As provas objetivas estão marcadas para o dia 29 de março de 2026. A aplicação ocorrerá em diferentes cidades do estado, o que amplia a logística do concurso e exige atenção dos candidatos ao local de prova.
Os municípios previstos são Alegrete, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria e Santo Ângelo. A descentralização ajuda a atender concorrentes de várias regiões do Rio Grande do Sul.
A avaliação terá 30 questões objetivas, com conteúdos específicos para as áreas de Conciliador Cível e Conciliador Criminal. Entre as disciplinas cobradas estão Língua Portuguesa, Direito Civil, Direito Penal, Código de Defesa do Consumidor e Juizados Especiais, além de outros temas ligados à função.
Esse formato mostra que não basta apenas conhecer a rotina do cargo. O candidato precisará demonstrar preparo teórico e capacidade de aplicar a legislação em situações relacionadas à conciliação judicial.
Prazo de inscrição já foi encerrado, mas pagamento até 3 de fevereiro definiu a validação no concurso
As inscrições ficaram abertas entre os dias 7 e 30 de janeiro de 2026. Para participar, foi cobrada taxa de R$ 120,00, valor definido no edital do processo seletivo.
Quem se inscreveu precisou quitar o boleto até 3 de fevereiro de 2026 para garantir a validação da inscrição. Esse detalhe costuma gerar dúvidas em concursos públicos, porque o simples preenchimento do cadastro não assegura participação sem a confirmação do pagamento dentro do prazo.
Divulgação do gabarito abre caminho para a avaliação de títulos, etapa que pode elevar a nota final em até 2 pontos
Depois da publicação do gabarito em 5 de fevereiro de 2026, o concurso seguirá para as próximas fases previstas. Os candidatos aprovados na prova objetiva serão convocados para a avaliação de títulos.
Essa etapa terá caráter classificatório e poderá acrescentar até 2 pontos à nota final. Em seleções com alta concorrência, essa pontuação extra pode fazer diferença importante na posição do candidato.
O concurso TJ RS Conciliador 2026 ganha relevância justamente por reunir volume expressivo de vagas, exigência de nível médio e atuação direta na solução consensual de conflitos. É uma seleção que mistura oportunidade de entrada no Judiciário com uma função de forte impacto social.
E você, acha que a avaliação de títulos pode desequilibrar a disputa mesmo em um concurso com prova objetiva tão decisiva? Deixe seu comentário com sua opinião sobre o modelo de seleção e diga se o cargo de conciliador deveria ter mais vagas ou outro formato de remuneração.
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