Curso gratuito online de educação museal e comunicação pública da ciência da UFMG abre inscrições, com 45 horas em aulas assíncronas e apoio da Fapemig até 19 de março de 2026
Curso de extensão gratuito e online da UFMG em educação museal e comunicação pública da ciência recebe inscrições, com vagas limitadas e aulas assíncronas
Estão abertas as inscrições para o curso gratuito online de extensão Educação Museal e Comunicação Pública da Ciência, ofertado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A iniciativa integra o projeto Tem Ciência no Museu? e conta com apoio da Fapemig.
Segundo informações divulgadas pela organização do curso na UFMG, a formação será realizada com aulas assíncronas e total de 45 horas. O conteúdo cobre fundamentos, práticas e mediações entre museus, escolas e públicos diversos.
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A proposta enfatiza experiências museais, cidadania tecnocientífica e modelos de comunicação pública da ciência. Também aborda estratégias de mediação, planejamento de visitas e boas práticas para públicos escolares e educadores museais.
O curso é de extensão universitária e foi estruturado para quem deseja atuar ou já atua com educação museal, divulgação científica e comunicação de ciência em espaços culturais.
Inscrições, prazos e como participar do curso gratuito de educação museal
As inscrições podem ser feitas até 19 de março de 2026, ou até que as vagas sejam preenchidas. O cadastro é gratuito e realizado de forma totalmente online.
Para mais informações e para se inscrever, clique aqui. De acordo com a UFMG, por ser uma oferta de extensão com público amplo, as inscrições podem encerrar antes do prazo caso a capacidade seja atingida.
Carga horária, formato assíncrono e quem oferece o curso
Com 45 horas de carga horária, as atividades serão assíncronas, favorecendo quem precisa de flexibilidade para estudar em diferentes horários. O formato permite que participantes conciliem trabalho, estudos e formação continuada.
A realização é da UFMG, por meio do projeto Tem Ciência no Museu?, e conta com o apoio da Fapemig. Essa parceria reforça a qualidade acadêmica e a relevância científica do conteúdo, segundo a divulgação institucional.
Os temas conectam práticas de museus com o sistema educacional e a comunicação pública da ciência, formando uma trilha de aprendizado que vai da base conceitual à mediação com diferentes públicos.
Conteúdo programático detalhado com três unidades e docentes responsáveis
O programa está organizado em três unidades principais, cada uma com 10 horas e conduzida por docentes com atuação reconhecida na área. O percurso combina reflexão teórica, história da ciência e metodologias de mediação em museus.
Unidade 1 experiência museal e função educacional dos museus
Ministrada por Marcus Silveira, aborda a experiência museal, a função educacional dos museus e as interfaces entre museus e o sistema educacional. A proposta discute como exposições e acervos se relacionam com processos de ensino e aprendizagem.
Unidade 2 cidadania tecnocientífica e comunicação pública da ciência nos museus
Também com Marcus Silveira, trata de método científico, conhecimento e responsabilidade, discutindo ciência moderna e tecnociência. Explora a cidadania tecnocientífica, seus desafios, e a trajetória e modelos de comunicação pública da ciência nos museus.
Unidade 3 prática educacional na comunicação pública da ciência em espaços museais
Conduzida por Adriana Mortara, foca a construção e reconstrução de narrativas expositivas com base na interação entre experiências e saberes. Traz diferentes tipos de mediação, planejamento de visitas com o papel de professor e de educador museal, além de boas práticas no encontro entre escolas e museus.
Ao final, o participante terá uma visão integrada das interfaces e mediações entre educação museal e comunicação da ciência, compreendendo como traduzir conteúdos científicos em experiências significativas para diversos públicos.
O desenho do curso reforça uma formação aplicável a contextos reais de museus, centros de ciência e instituições culturais, contemplando planejamento, mediação e avaliação de ações educativas.
Por que a formação em comunicação pública da ciência e educação museal importa no mercado de trabalho
A demanda por profissionais capazes de dialogar com diferentes públicos sobre ciência e cultura cresce em museus, escolas e espaços expositivos. A formação em educação museal e comunicação pública da ciência amplia a empregabilidade em projetos educativos, curadoria pedagógica e ações de divulgação científica.
De acordo com a abordagem proposta pela UFMG, compreender modelos de comunicação, cidadania tecnocientífica e mediação qualifica o trabalho de educadores, mediadores culturais, jornalistas científicos e gestores de projetos.
Quem pode se interessar e como se preparar para aproveitar melhor as aulas
Profissionais e estudantes de museologia, pedagogia, ciências, comunicação, história e áreas afins encontrarão uma trilha consistente para atuação em instituições culturais. Educadores e coordenadores pedagógicos também podem se beneficiar ao planejar visitas e projetos interdisciplinares.
Para aproveitar melhor as aulas assíncronas, recomenda-se organizar uma rotina de estudos, revisar materiais de exposições e observar práticas de mediação em museus locais ou virtuais. Isso facilita conectar teoria e prática ao longo das unidades.
Quem já atua em museus pode utilizar o curso para atualizar metodologias e desenvolver narrativas expositivas mais inclusivas e participativas, alinhadas aos desafios contemporâneos da comunicação da ciência.
O que você pensa sobre a prioridade da comunicação pública da ciência nos museus brasileiros hoje? A educação museal tem recebido a atenção necessária ou ainda é tratada como acessório nas políticas culturais e científicas? Deixe seu comentário e compartilhe experiências e opiniões para enriquecer o debate.
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