Prova objetiva definida no concurso Sefaz MT pressiona candidatos com 160 questões em um único dia, dois turnos e cortes altos, com conteúdos amplos
Prova objetiva da Sefaz MT em foco, resumo prático
O concurso da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso tem edital publicado, com 30 vagas para Fiscal de Tributos Estaduais e salário inicial de R$ 32.971,87. Segundo o Estratégia Concursos, com base no edital da Sefaz MT, a Fundação Carlos Chagas (FCC) organiza a seleção e a prova objetiva é a etapa central do processo. A aplicação está marcada para 15 de março, em Cuiabá.
A avaliação será extensa e concentrada em um único dia, com 160 questões ao todo, distribuídas em dois turnos. Cada bloco terá quatro horas de duração, exigindo preparo técnico e gestão de tempo minuciosa. Os critérios de aprovação também são rigorosos, o que tende a elevar a concorrência efetiva.
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No período da manhã, os inscritos resolvem a Prova Objetiva I, de Conhecimentos Gerais e Básicos. À tarde, fazem a Prova Objetiva II, de Conhecimentos Específicos. Em ambas, as questões são de múltipla escolha, com cinco alternativas e apenas uma correta, padrão aplicado pela banca.
Além do volume de conteúdo, o edital estabelece percentuais mínimos de desempenho e vedações a zero em áreas-chave. De acordo com o Estratégia Concursos, esses filtros buscam garantir domínio técnico nas frentes essenciais do cargo.
Estrutura da prova objetiva, horários e duração
A prova objetiva será composta por duas avaliações no mesmo dia, cada uma com 80 questões de múltipla escolha e apenas uma alternativa correta. A organização é da Fundação Carlos Chagas (FCC), tradicional banca em certames fiscais. A divisão por turnos prevê manhã para a Prova I e tarde para a Prova II.
Cada prova terá quatro horas de duração, totalizando 160 questões resolvidas em Cuiabá na data marcada de 15 de março. A logística comprime o esforço de leitura, análise e marcação de gabarito em janelas relativamente curtas, o que exige prática.
O desenho da etapa objetiva favorece quem alia preparo técnico amplo com resistência cognitiva. A distribuição por blocos também espelha o perfil do cargo, combinando fundamentos gerais, base jurídica e conteúdos específicos de fiscalização.
Conteúdos da prova objetiva I, conhecimentos gerais e básicos
Em Conhecimentos Gerais, a distribuição contempla Língua Portuguesa (10), Raciocínio Lógico (10) e Geografia e História Política de Mato Grosso (10). A presença do conteúdo regional reforça a necessidade de estudo do contexto estadual e de atualizações históricas e políticas.
Na parte de Conhecimentos Básicos, o destaque vai para Direito Tributário (15), núcleo essencial da carreira fiscal. Completam o bloco Economia e Finanças Públicas (5), que exige compreensão de contas públicas e fundamentos macroeconômicos aplicados.
Também caem Auditoria (10) e Estatística (7), áreas tradicionalmente relevantes para fiscalização, controle e análise de dados. Ambas pedem domínio de conceitos e práticas, além de aplicação em cenários típicos da administração tributária.
O programa inclui ainda Noções de Direito (8), envolvendo Administrativo, Constitucional, Civil, Empresarial e Penal. Por fim, há Inglês (3) e Ética e Filosofia (2), componentes que avaliam leitura instrumental e julgamentos alinhados a princípios do serviço público.
Conteúdos da prova objetiva II, conhecimentos específicos
No bloco técnico, o maior peso está em Tecnologia da Informação (45), sinalizando a centralidade de dados, sistemas e análise digital na fiscalização moderna. O enfoque acompanha tendências de administração tributária, que dependem fortemente de TI para cruzamentos e auditorias.
A Legislação Tributária Estadual (15) cobra domínio das normas do ICMS e procedimentos do fisco mato-grossense, pilar para a atuação do futuro Fiscal de Tributos Estaduais. É conteúdo decisivo para quem busca alta pontuação.
Completam o conjunto Contabilidade Geral e de Custos (10) e Matemática Financeira (10). As duas áreas dão suporte à análise de demonstrações, apuração de custos e avaliação de operações, fundamentos críticos para auditorias e ações fiscais.
Critérios de aprovação, notas mínimas e eliminação
Para ser habilitado, o candidato deve acertar pelo menos 60% das questões em cada prova. Além disso, é preciso alcançar 70% de acertos no somatório das avaliações, segundo o Estratégia Concursos. Esses cortes exigem desempenho consistente nos dois turnos.
O edital também veda zerar disciplinas consideradas essenciais, a saber: Direito Tributário, Auditoria, Tecnologia da Informação, Legislação Tributária Estadual e Contabilidade. O objetivo é impedir que lacunas críticas passem despercebidas no resultado final.
Na prática, os critérios combinam corte por prova, corte total e eliminação por zero, formando uma barreira tripla. Esse desenho aumenta a seletividade e valoriza a preparação equilibrada, reduzindo o risco de aprovação com desempenho desigual.
Panorama do concurso Sefaz MT, vagas e remuneração
O concurso oferece 30 vagas para Fiscal de Tributos Estaduais, com remuneração inicial de R$ 32.971,87, conforme divulgado pelo Estratégia Concursos com base no edital da Sefaz MT. O pacote atrativo reforça a disputa intensa e explica a robustez da etapa objetiva.
A seleção é organizada pela FCC, com a prova objetiva agendada para 15 de março em Cuiabá. O material do Estratégia Concursos se refere ao concurso Sefaz MT 2026, marco temporal que dá contexto às datas e aos conteúdos cobrados.
O peso expressivo de Tecnologia da Informação em relação a Direito Tributário e Legislação Estadual faz sentido para a função ou desequilibra a prova para perfis mais jurídicos? Deixe sua opinião nos comentários e conte como você estruturaria os estudos para atingir os cortes de 60% por prova e 70% no total.
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