Polícia Penal do RN tem novo concurso confirmado, com 300 vagas e edital previsto até março de 2026, comissão formada e banca em contratação

Agentes da Polícia Penal do Rio Grande do Norte em frente a unidade prisional com viatura estacionada
Governo do RN confirma 300 vagas e edital da Polícia Penal até março de 2026
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Governo do RN confirma 300 vagas para a Polícia Penal, com edital previsto até março de 2026 e comissão já formada

O Governo do Rio Grande do Norte confirmou um novo concurso para a Polícia Penal do RN, com edital previsto até março de 2026. A informação foi reforçada pela governadora Fátima Bezerra, e detalhada pelo secretário de Estado da Administração, Pedro Lopes, em linha com o que apurou o Estratégia Concursos.

Ao todo, serão 300 vagas na próxima seleção. A distribuição contempla 200 vagas para Policial Penal, 60 para Especialista em Assistência Penitenciária e 40 para cargos de nível administrativo, ampliando o reforço ao sistema prisional potiguar.

O certame está autorizado desde outubro de 2025 e já tem comissão formada. No momento, ocorre a contratação da banca organizadora, com anúncio esperado nas próximas semanas, etapa crucial para definir o cronograma final.

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Com esse movimento, o RN busca fortalecer a segurança pública e acelerar a recomposição de efetivo. A expectativa é de alta procura, diante do histórico do último concurso e do interesse em carreiras estáveis no serviço público.

Concurso Polícia Penal RN 2026, edital até março e 300 vagas confirmadas

Segundo o Estratégia Concursos, que acompanha o tema, o edital deve sair até março de 2026, mantendo o prazo indicado pelo governo estadual. A confirmação pública da governadora Fátima Bezerra dá lastro institucional ao cronograma e reduz incertezas para quem se prepara.

O pacote de 300 oportunidades cobre áreas operacionais e de suporte, com destaque para as 200 vagas de Policial Penal. A medida atende a uma demanda histórica do sistema prisional e pode melhorar a distribuição de pessoal nas unidades do estado.

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Comissão formada e escolha da banca em andamento, cronograma pode avançar nas próximas semanas

Com a comissão do concurso já instituída, a etapa atual foca na escolha da banca organizadora. Conforme adiantado por Pedro Lopes, a definição deve ocorrer em breve, o que tende a acelerar a publicação do edital.

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A banca é responsável por elaborar provas, cronogramas e procedimentos de avaliação, além de conduzir fases como recursos e homologação. Por isso, a seleção da empresa é decisiva para garantir previsibilidade e transparência.

Com a contratação oficializada, o governo poderá apresentar o calendário detalhado e confirmar datas de inscrição e provas. O cenário reforça que o planejamento para 2026 está ativo e alinhado com a autorização de 2025.

Distribuição das vagas e carreiras, quem concorre a policial penal e especialista

Estão confirmadas 200 vagas para Policial Penal, 60 para Especialista em Assistência Penitenciária e 40 para funções administrativas. Essa divisão atende o eixo operacional e o apoio técnico, ambos essenciais para a gestão prisional.

Requisitos, atribuições e jornadas serão detalhados no edital. A indicação de cargos administrativos de nível administrativo sugere atuação em áreas de gestão e suporte, enquanto as funções de Especialista tendem a reunir perfis multidisciplinares voltados à assistência penitenciária.

Referências oficiais e o que foi dito por Fátima Bezerra e Pedro Lopes

De acordo com a governadora Fátima Bezerra, o novo concurso está confirmado e inserido nas prioridades do estado para reforçar a segurança pública. A fala da chefe do Executivo dá base política e orçamentária à seleção.

Segundo Pedro Lopes, secretário de Estado da Administração, o edital é previsto para sair até março de 2026, em consonância com o estágio atual de contratação da banca. Essa indicação técnica complementa o anúncio e baliza o estudo de prazos pelos candidatos.

As informações foram sistematizadas pelo Estratégia Concursos, que acompanha concursos públicos no país. A convergência entre governo e especialistas do setor aumenta a confiabilidade do cenário apresentado.

Como foi o último concurso em 2017, etapas e concorrência para comparar

O último concurso do cargo, então denominado Agepen RN, ocorreu em 2017 sob organização do Idecan. Na época, foram 571 vagas disponibilizadas, o que ajudou a repor parte do efetivo.

O interesse foi expressivo, com 14.050 inscritos totais. Esse dado serve de alerta para a concorrência esperada em 2026, especialmente nas carreiras operacionais.

As etapas aplicadas foram Prova Objetiva, Teste de Aptidão Física, Avaliação Psicológica, Exame Toxicológico, Investigação Social e Curso de Formação. O desenho do processo mediu conhecimentos, condicionamento físico e perfil adequado ao serviço penitenciário.

Embora o novo edital possa trazer ajustes, a tendência é manter a essência dessas fases, pois são compatíveis com a natureza do cargo. Mudanças específicas dependerão da banca escolhida e das diretrizes atuais do estado.

Para fins de comparação, é útil revisar provas anteriores e entender o padrão de exigência. Isso ajuda a orientar estudos e a planejar a preparação física e documental.

O que esperar do novo edital, etapas prováveis e cuidados para não ser eliminado

Com base no histórico, é razoável esperar provas objetivas e fases de aptidão física e avaliação psicológica, além de avaliações de conduta como investigação social e exames toxicológicos. Esses filtros são comuns em carreiras de segurança.

Organização documental, preparo físico contínuo e atenção ao edital são cruciais. Pequenos descuidos em prazos ou exigências específicas podem resultar em eliminação mesmo antes das provas.

Calendário previsto e próximos passos, autorização em 2025 e edital até março de 2026

O concurso foi autorizado em outubro de 2025 e, agora, o governo trabalha na contratação da banca. A publicação do edital até março de 2026 segue como meta pública do estado.

Com a banca anunciada, devem surgir datas de inscrição, provas e demais fases. Até lá, a recomendação é manter o estudo direcionado às áreas centrais do cargo e acompanhar as comunicações oficiais do governo.

As 300 vagas previstas resolvem o problema do efetivo ou ainda ficam aquém do necessário para o sistema prisional do RN? Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate. Sua experiência pode ajudar outros candidatos a calibrar expectativas e estratégias de preparação.

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Sobre o Autor

Ana Paula Araújo
Ana Paula Araújo

Ana Paula Araújo escreve diariamente sobre o mercado de trabalho, mantendo os leitores informados sobre vagas de emprego e concursos públicos, especialmente nas modalidades Home Office e Híbridas.

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