Competência técnica já não segura emprego e estudo acende alerta ao mostrar que 90% das demissões acontecem por falhas de comportamento

Profissionais reunidos em ambiente corporativo durante avaliação de desempenho e conversa com liderança
Comportamento no trabalho ganhou peso decisivo nas demissões e promoções
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Levantamento com 1.400 executivos de RH mostra que saber fazer o trabalho já não basta quando postura, relacionamento e equilíbrio emocional falham no dia a dia

O perfil comportamental ganhou peso decisivo nas demissões no mercado de trabalho brasileiro. Um estudo da Page Personnel com 1.400 executivos de recursos humanos apontou que 90% dos profissionais são contratados pela competência técnica, mas demitidos por questões comportamentais.

Na prática, isso significa que dominar ferramentas, processos e rotinas da função continua importante, mas não garante permanência no cargo. Empresas passaram a observar com mais atenção como o profissional reage à pressão, lida com colegas, recebe críticas e se adapta a mudanças.

Esse movimento ajuda a explicar por que as soft skills entraram de vez nas decisões de contratação, promoção e desligamento. Hoje, comportamento inadequado pode comprometer o clima da equipe, reduzir produtividade e gerar conflitos internos difíceis de conter.

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O recado do mercado é claro. Carreira sólida depende de conhecimento técnico e maturidade profissional, e a ausência desse equilíbrio pode encurtar a permanência na empresa mesmo entre trabalhadores considerados talentosos.

Por que empresas passaram a demitir mais por comportamento do que por falhas técnicas no ambiente de trabalho

O conhecimento técnico pode ser atualizado com cursos, treinamentos e acompanhamento da liderança. Já o comportamento profissional costuma exigir um processo mais profundo de autoconhecimento, revisão de hábitos e desenvolvimento emocional.

É justamente por isso que muitas empresas enxergam mais risco em manter um colaborador tecnicamente forte, mas com postura desajustada. Em muitos casos, um único profissional com comportamento difícil consegue desestabilizar um time inteiro e afetar entregas importantes.

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Conflitos frequentes, reações impulsivas e resistência a orientações também aumentam o desgaste da liderança. Quando isso se repete, o custo para o negócio vai além do desempenho individual e atinge o clima organizacional, a integração da equipe e até a retenção de talentos.

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Os comportamentos que mais colocam o emprego em risco e aparecem com frequência nas avaliações de desempenho

A pesquisa identificou padrões recorrentes entre os profissionais que acabam desligados. São atitudes que pesam nas avaliações internas e costumam influenciar a decisão final das empresas.

Entre os principais comportamentos associados à demissão estão a falta de gestão do tempo e a dificuldade para cumprir prazos. Esse tipo de falha compromete rotinas, atrasa projetos e sobrecarrega colegas.

Também aparecem com força a ausência de autocontrole emocional em momentos de pressão e a resistência a mudanças ou novas metodologias de trabalho. Em ambientes mais dinâmicos, esses dois pontos costumam ser vistos como barreiras sérias para evolução.

Outros sinais de alerta são a dificuldade de trabalhar em equipe, a baixa colaboração com colegas e a incapacidade de receber críticas construtivas. Quando o profissional reage mal a feedbacks, perde a chance de ajustar rotas e passa a ser percebido como alguém pouco preparado para crescer.

Como o perfil comportamental influencia promoções, aumentos salariais e oportunidades estratégicas ao longo da carreira

O impacto do comportamento não aparece apenas no momento da demissão. Ele também pesa nas decisões sobre promoção, aumento salarial e participação em projetos estratégicos.

Gestores observam quem demonstra proatividade, compromisso com resultados e disposição para evoluir. Profissionais que mantêm boa postura no ambiente corporativo costumam transmitir mais confiança para assumir responsabilidades maiores.

Esse alinhamento também fortalece o relacionamento com colegas e lideranças. Com vínculos mais sólidos, aumentam as chances de reconhecimento interno, indicações para novas vagas e construção de uma rede profissional relevante.

No médio e no longo prazo, o perfil comportamental alinhado à cultura da empresa cria um ciclo positivo. O trabalhador passa a ser lembrado não apenas pelo que sabe fazer, mas pela forma como contribui para o funcionamento do time.

Quais práticas ajudam a desenvolver inteligência emocional, organização e colaboração no trabalho

Melhorar o comportamento profissional exige constância, mas não depende de mudanças impossíveis. O primeiro passo é reconhecer limitações com honestidade e entender quais atitudes estão prejudicando a própria trajetória.

Buscar feedbacks frequentes com líderes e colegas ajuda a identificar pontos cegos antes que virem um problema maior. Muitas vezes, pequenos ajustes de postura já melhoram a convivência e a percepção sobre o desempenho.

Outra medida importante é praticar a escuta ativa em reuniões e conversas cotidianas. Ouvir com atenção, sem interromper ou reagir de forma defensiva, fortalece relações e reduz ruídos no trabalho.

Técnicas de organização e planejamento de tarefas também ajudam a corrigir falhas de prazo e priorização. Além disso, investir em leituras, cursos e treinamentos sobre inteligência emocional, liderança e trabalho em equipe pode acelerar esse desenvolvimento.

Para quem busca estabilidade e crescimento, esse investimento costuma trazer retorno concreto. Empresas valorizam cada vez mais profissionais que mostram vontade real de evoluir e se adaptar ao ambiente corporativo moderno.

O que o estudo da Page Personnel revela sobre o novo peso das soft skills no mercado de trabalho

Os dados mostram uma mudança importante no mercado. A competência técnica abre portas, mas o comportamento é o que sustenta a carreira e amplia as chances de permanência e avanço dentro da empresa.

Ignorar esse fator pode custar caro em qualquer fase profissional, da entrada no mercado à busca por cargos de liderança. Em um cenário mais competitivo, saber lidar com pressão, mudanças e relações de trabalho virou requisito básico.

Quem entende isso sai na frente tanto para evitar desligamentos quanto para conquistar novas oportunidades. No fim, desenvolver competências comportamentais deixou de ser diferencial e passou a ser parte central da empregabilidade.

E na sua experiência, o comportamento pesa mais do que a parte técnica na hora de crescer ou perder espaço no trabalho? Deixe seu comentário e conte quais habilidades comportamentais você considera mais decisivas no mercado atual.


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Sobre o Autor

Valdemar Medeiros
Valdemar Medeiros

Sou Jornalista em formação, especialista na criação de conteúdos com foco em ações de SEO. Escrevo sobre Vagas de emprego, Indústria Automotiva, Energias Renováveis e outras oportunidades do mercado de trabalho.

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