Gabarito extraoficial da Sefa PA para Auditor em conhecimentos específicos antecipa respostas da prova tipo 3 e reduz a ansiedade após a segunda etapa

Candidatos conferindo gabarito extraoficial da prova de Auditor Fiscal da Sefa PA após exame de conhecimentos específicos
Correção da prova tipo 3 de conhecimentos específicos para Auditor da Sefa PA
Publicidade

👋 Seja a primeira pessoa a reagir!

Correção extraoficial da prova de conhecimentos específicos do concurso da Sefa PA já traz um panorama inicial para quem disputou o cargo de Auditor Fiscal no Pará

Os candidatos do concurso da Secretaria da Fazenda do Estado do Pará já podem conferir um retrato inicial do desempenho na prova de conhecimentos específicos para Auditor Fiscal. A segunda etapa foi aplicada no domingo, 29, com organização da Fadesp.

A correção divulgada considera a prova tipo 3 e reúne o gabarito extraoficial de dezenas de questões das áreas de Direito Tributário e Legislação Tributária do Estado do Pará. Para quem saiu da prova com dúvidas sobre reforma tributária, ICMS, IPVA e imunidades, esse material ajuda a reduzir a incerteza logo após o exame.

Além da lista de respostas, a correção ao vivo foi disponibilizada em vídeo, o que permite acompanhar os comentários sobre as questões mais técnicas. O conteúdo pode ser acessado em Assista a este vídeo no YouTube.

Publicidade

Questões de Direito Tributário cobraram reforma tributária, princípios constitucionais e regras de transição do IBS e da CBS

Na parte de Direito Tributário, a prova explorou com força a Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, tema central da atual reforma tributária. Logo nas primeiras questões, apareceram pontos como os princípios da simplicidade, da transparência e o alcance do princípio do não confisco.

A questão 1 teve como resposta a alternativa C, ao tratar do novo parágrafo terceiro do artigo 145. Já a questão 2 apontou a alternativa E, com referência à Lei nº 12.741, de 8 de dezembro de 2012, ligada às medidas de transparência tributária.

Entre os temas mais sensíveis da prova, a reforma tributária voltou a aparecer em sequência. A questão 4 indicou a alternativa B, ao abordar o Imposto Seletivo, e a questão 5 também ficou com a letra B, ao relacionar a reforma ao princípio da capacidade contributiva.

Não fique de fora
Estamos no WhatsApp! Clique e entre em nosso Grupo de Vagas!

Outro ponto importante foi a transição do novo sistema de tributação do consumo. Na questão 6, a resposta extraoficial foi C, destacando que, de 2025 a 2032, a União entregará recursos ao Fundo. Já a questão 19 ficou com a alternativa A, ao tratar da cobrança do imposto do artigo 156-A em 2026.

Publicidade

A prova ainda cobrou detalhes sobre regimes do IVA dual, imunidades, IPI, ITBI, ouro como ativo financeiro e alíquotas de referência do IBS e da CBS. Na questão 27, por exemplo, a resposta foi C, afirmando que uma resolução do Senado Federal fixará as alíquotas de referência para os anos de 2027 a 2033.

IPVA, ITCMD, ICMS e processo administrativo fiscal dominaram a parte de legislação tributária do Estado do Pará

No bloco de Legislação Tributária do Estado do Pará, a cobrança foi bastante prática e voltada ao cotidiano da fiscalização estadual. A questão 31, sobre IPVA, teve como resposta a alternativa D, ao tratar da base de cálculo com o valor constante nas regras do Estado.

Também apareceram perguntas sobre o ITCMD. Na questão 32, o gabarito extraoficial apontou a letra A, com alíquota variável de 2% a 6% na transmissão de bens. Na questão 33, a resposta foi C, indicando que, no fideicomisso, o contribuinte é o fiduciário.

Um dos pontos mais objetivos envolveu penalidades e prazos. Na questão 34, a alternativa correta foi E, prevendo multa moratória de 0,10%. Já na questão 35, a resposta extraoficial foi A, fixando o pagamento de taxas em geral até o trigésimo dia do exercício financeiro.

O ICMS no Pará apareceu em diferentes frentes. A questão 36 trouxe a letra C, reforçando que isenções dependem de convênio aprovado por decisão unânime dos Estados e do Distrito Federal. Na questão 37, a resposta foi B, determinando que as alíquotas internas com combustíveis não podem superar as das operações em geral.

Houve ainda cobrança sobre fiscalização, domicílio eletrônico e julgamento administrativo. A questão 38 ficou com a alternativa E, prevendo o restabelecimento da espontaneidade por 45 dias quando a fiscalização não se conclui em 180 dias. Na questão 39, a resposta apontada foi B, ao tratar das intimações via Domicílio Eletrônico do Contribuinte, DEC, enquanto a questão 40 também teve letra B, sobre a competência das Câmaras de Julgamento do Tribunal Administrativo de Recursos Fazendários.

Entre os destaques da correção estão temas atuais, valores exatos e dispositivos que podem influenciar recursos dos candidatos

Algumas respostas chamam atenção porque envolvem assuntos recentes e números muito específicos. Na questão 11 de Direito Tributário, por exemplo, a resposta indicada foi a letra A, com o valor de R$ 150.000,00, em referência à Lei nº 11.233, de 22 de outubro de 2025, que alterou a lei do IPVA no Pará.

Outro trecho de forte apelo técnico apareceu na questão 17, que tratou da súmula vinculante mais recente em matéria tributária, datada de 16 de dezembro de 2024. O gabarito extraoficial marcou a letra B, sobre a legitimidade da revogação de isenção.

Na questão 20, o detalhamento da repartição de receita do IBS para os municípios também merece atenção. A alternativa A apontou a divisão de 80% na proporção da população e 10% em outro critério previsto na regra de distribuição, tema que pode pesar na análise de quem pretende revisar o caderno com profundidade.

Já na questão 41, a correção indicou a alternativa C, fixando a alíquota interna de 30% de ICMS sobre operações com armas e munições, suas partes e acessórios. Esse tipo de item costuma ser decisivo porque exige memorização legislativa precisa, sem margem para interpretação ampla.

Como usar o gabarito extraoficial sem confundir expectativa com resultado oficial da banca

O gabarito extraoficial é útil para estimar desempenho, mas ele não substitui o resultado da banca organizadora. Como a prova foi organizada pela Fadesp, é o material oficial dela que vai definir a pontuação final, além da abertura de eventual prazo recursal.

Por isso, o uso mais inteligente dessa correção é comparar a prova resolvida com o próprio caderno, identificar questões passíveis de recurso e mapear temas em que houve maior insegurança. Em concursos fiscais, uma diferença pequena em disciplinas específicas pode alterar de forma importante a classificação.

Quem quiser acompanhar outros conteúdos educacionais do grupo também encontra uma área voltada a Vestibulares. Para suporte institucional, há ainda o canal de Contato.

Se você fez a prova da Sefa PA para Auditor, vale contar nos comentários quais questões mais geraram dúvida e se o gabarito extraoficial bateu com a sua marcação. Em provas muito técnicas, sempre aparece debate sobre itens polêmicos, e essa discussão pode ajudar outros candidatos a enxergar possíveis recursos.


Inscrever-se
Notificar de
guest

0 Comentários
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Tags: | |

Sobre o Autor

Geovane Souza
Geovane Souza

Especialista em criação de conteúdo para internet, SEO e marketing digital, com atuação focada em crescimento orgânico, performance editorial e estratégias de distribuição. No blog, cobre temas como empregos, economia, vagas home office, cursos e qualificação profissional, tecnologia, entre outros, sempre com linguagem clara e orientação prática para o leitor. Universitário de Sistemas de Informação no IFBA – Campus Vitória da Conquista. Se você tiver alguma dúvida, quiser corrigir uma informação ou sugerir pauta relacionada aos temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: gspublikar@gmail.com. Importante: não recebemos currículos.

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x