Com alta demanda por segurança digital, Cisco abre 5 mil bolsas gratuitas e acelera formação com trilhas online de 70 a 140 horas e seleção até 29 de março
A 12ª edição do CiberEducação da Cisco oferece 5.000 bolsas 100% gratuitas em cibersegurança, com inscrição pela Maratona e seleção em três etapas
A Cisco abriu as inscrições para a 12ª edição do CiberEducação, programa profissionalizante em cibersegurança que disponibiliza 5.000 bolsas 100% gratuitas. As inscrições seguem até 29 de março, com início pela Maratona que inclui um curso introdutório online. As informações foram publicadas pelo Catraca Livre, com base no anúncio da companhia.
O primeiro passo é fazer a Maratona CiberEducação, que corresponde ao curso online Introdução à Cibersegurança, do Cisco Networking Academy, com carga de 6 horas. Apenas quem concluir essa etapa e for aprovado no processo seletivo poderá disputar uma das bolsas e avançar para a formação profissionalizante.
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Pela primeira vez, o programa oferece duas trilhas de formação. Uma é voltada a quem busca ingressar no mercado de segurança da informação; a outra atende quem já possui conhecimentos básicos e deseja especialização com foco em Hacker Ético. Ambas são online e conduzidas por instrutores de instituições parceiras reconhecidas.
O CiberEducação mantém três etapas estruturadas, da introdução à conexão com o mercado de trabalho. Ao final, participantes podem acessar oportunidades de estágio e emprego no ecossistema de parceiros da Cisco, além de haver formações gratuitas para instrutores NetAcad, que se tornam multiplicadores do conteúdo no país, segundo o Catraca Livre.
Como funciona a inscrição na Maratona de Introdução à Cibersegurança
Para participar, o candidato precisa se inscrever na Maratona CiberEducação e concluir o curso Introdução à Cibersegurança do Cisco Networking Academy, com 6 horas de duração. Essa etapa é aberta a todos os interessados e serve como nivelamento inicial, conforme detalhado pelo Catraca Livre.
Concluída a Maratona, o estudante passa por um processo seletivo. Os melhores colocados avançam para a formação profissionalizante, concorrendo às 5.000 bolsas integrais. As inscrições vão até 29 de março, e o cadastro é feito por meio de formulário específico divulgado pela organização do programa.
Duas trilhas de formação profissionalizante com cargas de 70 e 140 horas
A primeira trilha é totalmente online, com 140 horas de duração, e combina os cursos Fundamentos de Redes e Fundamentos de Cibersegurança. O conteúdo é alinhado à certificação internacional CCST (Cisco Certified Support Technician), validando habilidades essenciais para a entrada no mercado, de acordo com a divulgação citada pelo Catraca Livre.
Essa trilha de 140 horas é ministrada por instrutores de parceiros como Senai, Senac, Centro Paula Souza e Academia Brasileira de Redes (ABRedes). A presença dessas instituições reforça o caráter prático da formação e o alinhamento com demandas reais do setor.
A segunda trilha, também online e com 70 horas, foca no curso Hacker Ético. As aulas são conduzidas por instrutores da Escola de Comunicações do Exército Brasileiro, o que adiciona um componente de disciplina técnica e metodológica reconhecido no meio, segundo o Catraca Livre.
Indicada para quem já tem conhecimento básico em cibersegurança, essa opção aprofunda técnicas de ataque e defesa em ambiente digital, com práticas de hacker ético alinhadas ao mercado. O objetivo é acelerar a empregabilidade em funções de resposta a incidentes, testes de invasão e análise de vulnerabilidades.
Com as duas opções, o programa busca atender perfis distintos de carreira, desde a porta de entrada até a especialização, favorecendo uma formação estruturada e progressiva em cursos online gratuitos de cibersegurança.
Parcerias com Senai, Senac, Centro Paula Souza e Escola de Comunicações do Exército fortalecem a prática
As parcerias com Senai, Senac, Centro Paula Souza e ABRedes na trilha de 140 horas ampliam o contato com laboratórios e práticas reconhecidas no ensino técnico. A curadoria conjunta ajuda a conectar teoria e resolução de problemas reais.
Na trilha de Hacker Ético, a Escola de Comunicações do Exército Brasileiro aporta rigor metodológico e experiência em segurança digital aplicada, reforçando padrões de ética e conformidade demandados pelo setor, segundo o Catraca Livre.
Etapas do CiberEducação e acesso a estágio e emprego no ecossistema Cisco
O programa se organiza em três etapas. A primeira é a Maratona CiberEducação, com o curso introdutório e aberto a todos. A segunda seleciona os melhores da primeira fase, que escolhem entre as duas trilhas profissionalizantes.
A terceira etapa conecta os participantes a vagas de estágio e emprego por meio do ecossistema de parceiros da Cisco. Essa ponte com empresas amplia a chance de transição rápida para o mercado, elemento central do desenho do programa.
Segundo o Catraca Livre, essa estrutura cria um funil formativo que qualifica, seleciona e encaminha talentos, reduzindo lacunas de mão de obra em segurança da informação e reforçando padrões de qualidade.
Formação de instrutores NetAcad amplia alcance do conteúdo no Brasil
Além das bolsas, o CiberEducação inclui formações gratuitas para instrutores NetAcad, que passam a ser replicadores do conteúdo nas próprias instituições. Isso cria um efeito multiplicador e ajuda a sustentar uma base de ensino contínua.
O legado educacional apontado pelo Catraca Livre favorece a expansão da Cisco Networking Academy e fortalece a rede de educadores em tecnologia, ampliando o acesso à capacitação em cibersegurança em todo o país.
O que você acha da exigência de concluir a Maratona antes de disputar as bolsas e da priorização por desempenho no processo seletivo Do ponto de vista da qualidade da formação, faz sentido, mas pode limitar o acesso de quem tem menos tempo disponível. Deixe seu comentário e conte se essa regra estimula ou dificulta a entrada no setor.
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